No acumulado de janeiro a maio de 2026, o Rio Grande do Norte teve queda de 15,5%, a mais intensa do Brasil. O resultado foi puxado novamente pelo setor de coque, derivados de petróleo e biocombustíveis (-27,8%), além das indústrias extrativas (-5,5%) e da fabricação de alimentos (-3,2%). A confecção de artigos do vestuário e acessórios foi a única atividade com crescimento no período, avançando 44%.
Em 2026, o RN tem o PIOR desempenho industrial do Brasil
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Essa é a primeira mudança na projeção depois de 11 ...