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Bovespa reage conforme nossas estimativas. FBC é outro patamar

Wall Street se recuperou na sexta-feira para registrar uma semana vencedora, com os investidores voltando para ações cíclicas economicamente sensíveis após relatórios de resultados corporativos trimestrais mais fortes que o previsto e uma surpresa otimista nos dados do comércio de varejo. As vendas no varejo nos EUA aumentaram inesperadamente pelo segundo mês em setembro, um sinal de resiliência dos consumidores. Enquanto isso, a temporada de divulgação de resultados continua e vem lucro assombroso previsto para o Goldman Sachs. Na quinta-feira, oito empresas do S&P 500 divulgaram resultados trimestrais todos com estimativas acima do consenso, lideradaos pelos gigantes financeiros Bank of America, Morgan Stanley e Citigroup. O Dow Jones subiu 382,2 pontos, ou 1,1%, para 35.294,76; o S&P 500 adicionou 0,8% em 4.471,37 e o Nasdaq Composite subiu 0,5% para 14.897,34. Os três principais índices fecharam a semana em alta.

No Brasil, o Banco Central acalmou o dólar com leilões de swap e o Ibovespa retomou os 114 mil pontos.O Ibovespa encerrou o pregão de sexta-feira na máxima em um mês, com dados econômicos e balanços positivos no exterior puxando o setor financeiro e de varejo. O índice subiu 1,29% hoje, a 114.647 pontos, e acumulou alta de 1,61% na semana. Já o dólar futuro recuou 0,99%, a R$5,474, com leilão extra do Banco Central e sinalizações de mais intervenções da autarquia no câmbio. Na semana, caiu 1,0%. A curva de juros avançou em toda extensão em até 14 pontos-base, de olho nos riscos fiscais. Os destaques de ontem foram para Ambev (ABEV3) +0,26%, Bradesco (BBDC3) +4,40%, Itaú (ITUB4) +2,57%, Petrobrás ON (PETR3) -0,30% e Petrobrás PN (PETR4) -0,27%.

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