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Evergrande: O mundo vem abaixo

O Dow Jones caiu mais de 600 pontos na segunda-feira, o máximo desde 19 de julho e o S&P 500 e o Nasdaq sofreram a pior sessão desde maio, depois de cair drasticamente na semana anterior, com o otimismo dos investidores sendo prejudicado por um possível calote da gigante imobiliária chinesa Evergrande e casos crescentes de Covid-19. Essa semana tem reunião do FOMC e o Fed já deixou claro que a redução de estímulos fiscais para a economia americana pode ocorrer ainda este ano. Os investidores estão esperando por mais detalhes, especialmente depois que dados econômicos que deixam um panorama indefinido foram divulgados na semana passada. A variante delta do coronavírus elevou as infecções a níveis vistos pela última vez em janeiro, eliminando meses de progresso, apesar dos esforços de vacinação enquanto a América do Norte se encaminha para um clima mais frio. Enquanto isso, o Evergrande Group de Hong Kong despencou mais de 12% depois da divulgação no domingo que cerca de produtos de gestão de patrimônio para estão ilíquidos.

No Brasil, a cautela externa é amplificada pelo risco fiscal e pela preocupação com a reunião do Comitê de Política Monetária, que também começa amanhã, fazendo o Ibovespa encerrar no pior patamar desde novembro de 2020. O índice caiu 2,33% hoje aos 108.843 pontos. Os destaques de hoje foram para Ambev (ABEV3) -0,83%, Itaú (ITUB4) -2,26%, Bradesco (BBDC3) -3,41%, Petrobrás ON (PETR3) -1,06% e Petrobrás PN (PETR4) -1,12%.

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