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Pedido de demissão de Moro derruba Bovespa. E agora?

Sérgio Moro ex-ministro da justiça pede demissão hoje em coletiva às 11:00. As expectativas do mercado financeiro já eram que ele iria renunciar pois a autonomia que ele sempre pediu para poder trabalhar tinha sido tolhida na véspera, com a exoneração do Maurício Valeixo superintendente da polícia federal que tinha sido indicado por Moro. Fato foi notícia na imprensa mundial. Bovespa já começou o dia com o bico pra baixo e quase ativou o circuit-breaker, quando a queda ultrapassa 10% no dia e as negociações são suspensas.

Os destaques de hoje da Bovespa foram Itaú -1,43% (ITUB4), Ambev -0,60% (ABEV3), Bradesco -1,43% (BBDC4), Petrobrás ON +1,11% (PETR3), e Petrobrás PN +1,19% (PETR4). Bovespa subiu 1,26% aos 79.673 pontos. Dólar subiu +1,35% a R$ 5,538.

Hoje Willian Bonner apresentou o JN com um sorriso de uma orelha a outra. Parecia que Fátima tinha voltado pra casa. Certamento todos os ratos imundos da política, STF e dos partidos de esquerda que tem rabo preso com o crime organizado estão festejando. A partir de segunda começa as ofensivas até tirar o Bolsonaro da presidência. Que seja breve.

Certamente, Centrão, STF e alguma entidade empresarial irão debater como debelar essa crise política incendiária. Não duvido que um nome seja cotado para articular um impeachment e trazer mais frente de traballho contra Corona, contra recessão e pró-reformas que é o que o país precisa.

Eu estou 100% com meu capital de volta pro caixa. Não tenho ideia de quando volto. Vou olhar. Vou esquecer um pouco de estatais diante das incertezas da permanência do Paulo Guedes e sua agenda reformista e de redução do tamanho do estado com as privatizações. Dólar certamente sai dos R$ 5,50 para R$ 7,15 até o final do ano. Hoje, eu não vejo a Bovespa distante dos 63 mil pontos. Hoje eu penso assim. Semana que vem sei lá...

 

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