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Um brinde à Bovespa... Mais um recorde hoje

O texto da reforma da previdência foi aprovado na comissão especial ontem com economia prevista de R$987 bilhões na próxima década. O valor é inferior ao previsto pelo Ministro da Economia, Paulo Guedes, por causa da retirada de R$84 bilhões com a saída da reoneração da contribuição previdenciária sobre exportações agrícolas. Contudo, o investidor ficou otimista e acredita que a reforma será votada no plenário da Câmara, nos dois turnos exigidos, antes do recesso parlamentar em 18 de julho. A pauta começa a ser trabalhada no plenário na próxima terça-feira, dia que não terá pregão devido a um feriado em São Paulo. Rodrigo Maia e outros líderes partidários calculam que já há os votos necessários para aprovar a reforma no plenário. 

Os destaques de hoje foram para Itaú +1,11% (ITUB4), Ambev +0,00% (ABEV3), Bradesco +0,87% (BBDC4), Petrobrás ON -0,43% (PETR3), e Petrobrás PN +0,04% (PETR4). Bovespa subiu 0,44% aos 104.089 pontos. Dólar subiu 0,51% a R$ 3,829.

Uma segunda sinalização positiva ocorreu hoje pela manhã, quando os dados do relatório de criação de empregos privados não-agrícolas nos EUA, o payroll, foram divulgados superando as expectativas dos investidores, e sem mostrar grandes pressões salariais o que produziria inflação. Dessa forma, segue expectativas que juros permaneçam nesse patamar no curto prazo, impactando negativamente bolsas americanas e europeias e da B3, ao menos no início da manhã. Porém, à tarde, aqui na B3 os investidores focaram atenção ao bom andamento da reforma da previdência, faazendo o índice atingir recorde intradiário e de fechamento, puxado por bancos e pela Petrobras, mesmo com informes não atrativos do Ministério de Minas e Energia sobre pagamentos pela cessão onerosa que podem demorar até 18 meses.

 

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